sexta-feira, 18 de maio de 2012

Teatro: Quem tem medo do Curupira


QUEM TEM MEDO DO CURUPIRA.




No dia 17 de janeiro de 2012 os alunos do curso de teatro do professor Marcelo Bernardo, foram fazer uma visita ao teatro do CEU Alvarenga, onde foram assistir à peça: QUEM TEM MEDO DO CURUPIRA.
 
A história se passava primeiramente na mata onde os bichos mais temidos da floresta: Curupira, Boitatá, Caipora, Saci e Iara moravam.  Todos perceberam que ninguém mais tinha medo dos bichos da floresta, e revoltado o curupira e sua turma decidem ir a cidade.
É uma grande confusão! Uma peça com muita cantoria, felicidade, e alegria e um ótimo elenco. Os alunos simplesmente adoraram, a brincadeira foi geral. E temos que agradecer também ao monitor do passeio, o Bruno, que nos auxiliou.

 Esperamos que nosso projeto de teatro seja promissor.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Café com Arte no Teodomiro


CAFÉ COM ARTE NO TEODOMIRO.

  No dia 12/05/2012 véspera de dia das mães, será realizada uma homenagem para todas elas. Nossa escola está ansiosa, e os alunos também pois querem extremamente prestar essa homenagem as mães deles. Como todos sabem ser mãe é uma tarefa difícil, que exige responsabilidade, e em um dia do ano os filhos e filhas tentam recompensar toda a ajuda amor, carinho que suas mães os oferecem.  Mães de sangue ou não, são mães de qualquer maneira, pois criaram educaram e deram amor e carinho, que é essencial.
  Os professores estarão se organizando a partir das 8:00 da manhã. O Evento começara as 9:00. Como nossa coordenadora Kelly disse, terá antes um “Simples Chá” para as mães. Os alunos realizarão suas apresentações em cerca de 30 minutos por série. Acompanhe nosso mini cronograma:

Nome do Evento: Café com arte.
Inicio: 9:00 seguido com café das mães.
Apresentações:
1ª’s séries: Das 9:00 as 9:30
3ª’s séries: Das 9:30 as 10:00
2ª’s séries: Das 10:00 as 10:30
4ª’s séries: Das 10:30 as 11:00
Término: 11:05

“Amamos as nossas mães quase sem o saber e só nos damos conta da profundidade das raízes desse amor no momento da derradeira separação.
 Guy Maupassant